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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

UMA ORGANIZAÇÃO COM EXCELÊNCIA - Por Sonia Jordão*


Como será uma organização que atinge a excelência? Quais características ela precisa ter para conseguir o sucesso?

 Como será uma organização que atinge a excelência? Quais características ela precisa ter para conseguir o sucesso?
Chegar à excelência é difícil, agora, manter isso é ainda muito mais. Para que uma organização atinja a excelência, é necessário, entre outras coisas, o comprometimento de todas as pessoas da empresa. Segue algumas dicas abaixo, para quem quiser chegar lá: 
A direção, todos os gestores e os colaboradores precisam realizar suas atividades bem feitas na primeira vez e sempre. A busca pelo erro zero dever ser contínua. Entretanto, caso cometa um erro, é importante saber o que fazer para solucioná-lo e ainda analisar o porquê aconteceu, para evitar a reincidência.
A busca da qualidade deve fazer parte de todos os momentos e situações das pessoas que compõem a organização. A qualidade é um processo inesgotável... Quando se atinge uma meta, já aparecem outras melhorias que precisam ser realizadas.
A empresa deve ter foco no cliente. Procure saber se os seus clientes estão satisfeitos, antecipe suas necessidades e busque superar suas expectativas.
Ter bons líderes é fundamental. Só assim a empresa conseguirá ir para frente.
A organização precisa crescer constantemente e com lucratividade. Precisa ter sustentabilidade.
As mudanças na organização precisam ser planejadas e gerenciadas.
É preciso que haja participação e espírito de equipe. Para alcançar o sucesso, todos devem fazer a sua parte.
Em uma organização, todos os setores são importantes, e basta que um setor falhe para comprometer todo o sistema. É importante que um setor apóie e ajude o outro.
Ninguém conhece melhor o trabalho do que aquele que o executa. Esta é a pessoa mais indicada para dizer o que deve ser melhorado em seu trabalho.
As pessoas devem se orgulhar de trabalhar na organização, precisam vestir a camisa da empresa. Elas devem se comprometer e trabalhar com o coração.
Toda decisão precisa ser baseada em fatos. Analise cada situação e, depois, decida como agir. Evite agir por impulso.
Agora, se você for um executivo na empresa onde trabalha, saiba o que vários executivos dizem que é necessário para que uma organização funcione bem: ter um bom ambiente de trabalho é fundamental. A organização perfeita, na visão dos executivos, é aquela que faz com que ele vá, todos os dias, para o trabalho com alegria. O dia-a-dia, segundo eles, deve ser algo extremamente prazeroso e, para isso, a empresa precisa proporcionar um ambiente humano, amigável, familiar e confortável. O resto é consequência. 

Foi considerado, ainda, que a organização precisa se preocupar com plano de carreira, desempenho e remuneração, equipe qualificada, comunicação, respeito, qualidade de vida, motivação, intercâmbio de ideias e ter uma estratégia clara e bem definida. 
Reflita sobre o que você leu até aqui. Será que a sua empresa está no caminho certo para atingir a excelência? 

* Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora. Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

ESTILO DE LIDERANÇA FEMININO: SER DIFERENTE NÃO É SER DEFICIENTE

Eu tinha concluído a série sobre LIDERANÇA, porém não poderia encerrar essa série tão importante sem antes falar sobre  o estilo de liderança de uma parcela significativa da população e que tem ganhado cada vez mais espaço dentro das empresas: AS MULHERES. 
Então, fechando nossa série, o estilo de liderança feminino.


As empresas precisam reconhecer o real valor da mulher e que suas diferenças de liderança são indispensáveis para as organizações de hoje, que mudam constantemente e precisam de mais flexibilidade e adaptação às mudanças num ritmo cada vez mais veloz. As mulheres possuem estas características.

As empresas tendem a preferir o estilo de liderança de comando e controle onde procuram encontrar soluções rápidas para os problemas, que são características masculinas. Enquanto as mulheres possuem em sua maioria, um estilo de liderança mais interativo que enfatiza a formação de consenso, bem-estar com a ambiguidade e a partilha de poder e informações. Diante deste fato, as mulheres não são vistas como possíveis líderes, por apresentarem características diferentes daquelas que são consideradas as melhores, condicionando-as muitas vezes a ocupar cargos inferiores, mesmo que tenham condições e até mesmo mais capacitação para ocupar cargos mais elevados.

          Ser diferente daquilo que se está habituado pode ser configurado como deficiência. Isto está presente não só no ambiente organizacional, mas também na sociedade. Não são apenas as mulheres que sofrem com a discriminação e marginalização, ainda que sutis, mas todas as classes que são consideradas minoria: índios, negros, homossexuais, deficientes e todos aqueles que são diferentes seja na aparência, no comportamento ou na forma de pensar. Só porque alguém não é como desejamos, não podemos tratá-lo como um ser de outro planeta ou de forma preconceituosa. Se numa empresa todos os funcionários são do sexo masculino e de cor branca e são contratados dois funcionários, sendo um homem de cor negra e uma mulher para ocupar determinados cargos, os demais funcionários poderão referir-se aos companheiros recém-contratados como: "o funcionário negro" ou "a funcionária mulher", por exemplo. Conviver com aquilo que não se está habituado pode gerar conflitos e causar marginalização do "ser diferente". É preciso criar uma mentalidade de que todos são iguais independente da forma que se apresentem e que estes podem trazer contribuições importantes para o meio em que se inserem.

            No Brasil as mulheres são maioria na população e estão cada vez mais presentes em ambientes que antes eram exclusivos dos homens. Mas ainda há uma forte resistência das empresas em geral de confiar cargos de chefia às mulheres pelo fato de serem diferentes na forma de liderança. As mulheres sofrem desvalorização pessoal quando ingressa no mercado de trabalho de diferentes formas. Ela deve ter muito cuidado ao vestir-se para não ser taxada de "sexy", "pouco profissional" ou "muito masculina". E também a desvalorização no nível organizacional quando a diferença é visto como deficiência e a mulher assume tarefas e posições secundárias. Um exemplo clássico é o das grandes organizações onde uma mulher raramente alcança o cargo de vice-presidente e quando conseguem, acabam assumindo papel de apoio sem muita autoridade para tomar decisões importantes. Quando uma mulher ocupa posição de executiva de alto nível, por exemplo, quase sempre ela é a única entre muitos homens assumindo assim, a responsabilidade de representar as demais mulheres sendo a "executiva símbolo" da organização.

Parabéns a todas as mulheres líderes do nosso país!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

POR QUE CAPACITAR SEUS LÍDERES?

Concluindo nossa série sobre LIDERANÇA, vamos destacar 
a importância sobre a capacitação dos Líderes.

 Esta matéria foi escrita por Ricardo Malletque  que é graduado em gestão empresarial, consultor e palestrante com mais de 20 anos de atuação com foco em liderança proativa.
Vale a Pena conferir!



Hoje, tem se falado do “apagão da liderança”, expressão sugestiva que nos faz refletir sobre a falta de brilho de líderes e também de liderados no mundo corporativo. O dia a dia de trabalho, na maior parte das empresas, tem esta magia: apagar o talento de quem quer que seja. Vejamos como isso ocorre
"Seu negócio pode ter todas as vantagens do mundo, fortes recursos financeiros e um ótimo posicionamento no mercado, mas se a Liderança falhar, todas essas as vantagens não servirão." Manfred Kets de Vries
Em pesquisa feita pela HSM e Empreenda Consultoria apresentada em abril de 2011 com o título "Sonhos e pesadelos dos líderes empresariais brasileiros", 71% dos 687 executivos entrevistados afirmaram que suas empresas não possuem líderes na quantidade e qualidade suficientes para sustentar a estratégia de crescimento nos próximos 3 anos. Na edição anterior da mesma pesquisa, 63% dos entrevistados afirmaram a falta de líderes, o que representa um crescimento de 8% na percepção do problema em apenas um ano.
Neste artigo, vamos discorrer sobre uma das mais importantes estratégias para suprir a carência de líderes nas empresas: a capacitação. Um curso de liderança, quando se compromete a oferecer ferramentas para auxiliar o RH da empresa a atuar de forma estratégica, pode oferecer contribuições significativas para o aumento do engajamento das pessoas, refletindo positivamente nos principais indicadores do negócio.



Primeiramente, vamos identificar a causa raiz do problema. Depois, os responsáveis pela mudança. Finalmente, conheceremos quais resultados uma competente capacitação de líderes pode oferecer para a sua empresa.
Onde foram parar os líderes? Hoje, tem se falado do "apagão da liderança", expressão sugestiva que nos faz refletir sobre a falta de brilho de líderes e também de liderados no mundo corporativo. O dia a dia de trabalho, na maior parte das empresas, tem esta magia: apagar o talento de quem quer que seja. Vejamos como isso ocorre.
Primeiramente, as pessoas passam horas preciosas dos seus dias submetidas a situações desagradáveis, muitas vezes causadas pelos próprios líderes que são inaptos no relacionamento interpessoal e que, consequentemente, não sabem manejar diferentes perfis, treinar eficazmente e monitorar o desempenho. Pouco a pouco, aquela motivação para fazer um bom trabalho, para colocar o seu talento a serviço da missão da empresa, vai sendo consumida até virar pó. Depois, são esses mesmos "colaboradores" que serão promovidos ao cargo de gerente, supervisor, chefe etc. E o que farão? Vão, simplesmente, repetir o modelo de gestão que aprenderam. Chamo isso de "perpetuação da dor". Do pó viemos e ao pó voltaremos...
E agora? Quem poderá nos defender? Será preciso romper esse padrão cíclico. Apesar de algumas pessoas muito leais e dedicadas - mas que ocupam níveis hierárquicos mais baixos - poderem ser os agentes da mudança, quem tem maior poder (e, portanto, responsabilidade) para provocar uma intervenção é a alta direção juntamente com o apoio de um RH estratégico.
A alta direção deve ter um interesse genuíno e um esforço disciplinado para desenvolver suas lideranças a partir do exemplo. Por isso, um curso de liderança, quando aplicado na empresa, deverá contar não apenas com o patrocínio financeiro da alta direção, mas também com envolvimento direto para uma mudança de cultura na gestão das pessoas. Infelizmente, é aí que está a raiz do problema.



"Liderança é um artigo de luxo no planeta há milênios". Essa é a afirmação de Léo Castelhano Bruno, professor e pesquisador da Fundação Dom Cabral e membro do Comitê Organizador do Global Leadership Forum da ONU/UNESCO. O Prof. Léo Bruno comprova, em suas pesquisas apresentadas para a UNESCO, que apenas uma minoria dos CEOs das maiores corporações do planeta dispõe de um equilíbrio de valores pessoais, conceito esse que se refere a uma mentalidade equilibrada para decisões na liderança que privilegiem tanto resultados quanto pessoas, tanto controle quanto inovação.
Como conclusões, seu estudo mostrou uma relação alta e positiva entre o equilíbrio de valores pessoais e a eficácia de liderança, bem como entre o equilíbrio de valores pessoais e o desempenho organizacional. Resumindo: a origem e a solução do problema está na mentalidade da cúpula.
        Os líderes precisam assumir uma atitude mais proativa "dando um espaço" para rever certas crenças, valores, atitudes e comportamentos tidos outrora como funcionais. Novos cenários estão exigindo líderes cada vez mais equilibrados em seu modo de atuação para engajar os colaboradores em uma estratégia competitiva e inovadora em longo prazo. Resultados esperados da capacitação dos líderes.



Voltando à pesquisa de 2010 apresentada pela HSM e Empreenda, os entrevistados apontaram como principais desafios dos líderes para o futuro:
1º lugar: reter e motivar talentos (51% dos votos)
2 º lugar: executar a estratégia (42% dos votos)
3º lugar: colocar as pessoas certas no lugar certo (40% dos votos)
Essas habilidades não são nenhuma novidade. Tampouco tornar-se-ão obsoletas. Elas derivam de algumas "competências universais" do exercício da liderança pois independem de lugar ou época. São necessárias em qualquer organização, seja de caçadores da idade da pedra ou de trabalhadores do conhecimento do século XXI. A boa notícia é que são competências alcançáveis por qualquer pessoa que esteja disposta a conhecer seu modelo mental a partir de ferramentas de autoconhecimento e a autodesenvolver-se colocando em prática métodos e técnicas científicos de liderança.
No nosso ponto de vista, essas são algumas dentre as principais competências-chave que deverão constar numa metodologia de sucesso em um curso de liderança.
Nossa experiência em treinamentos tem demonstrado que o aprendizado dos líderes nessas competências oferece um rápido aumento no engajamento das equipes e, consequentemente, na produtividade e na lucratividade da empresa. Como afirma o professor do INSEAD, Manfred Kets de Vries: "Seu negócio pode ter todas as vantagens do mundo, fortes recursos financeiros e um ótimo posicionamento no mercado, mas se a Liderança falhar, todas essas vantagens não servirão."

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A IMPORTÂNCIA DO LÍDER NA SOLUÇÃO DE CONFLITOS


No ambiente empresarial as origens dos conflitos no trabalho em equipe surgem de três situações básicas: opiniões e ideias diferentes sobre um mesmo assunto, maneiras diferentes de lidar com determinadas tarefas e soluções diferentes para um mesmo problema.

Isso acontece porque aprendemos que diferente é igual a errado, o que é uma filosofia de vida baseada no ganhar e perder, quando deveríamos entender que, de fato, diferente não é mesmo que errado. Diferenças não são nem certas nem erradas, são simplesmente diferentes.

É em função disso que, hoje em dia, saber lidar e resolver os conflitos no ambiente de trabalho é característica fundamental de quem lidera, pois é nesse momento que entra a atuação do líder para concretizar esse conceito. Podemos trabalhar juntos num clima de compreensão, aceitação e respeito recíprocos onde todos ganham e crescem pessoal e profissionalmente.


É preciso trabalhar sempre junto com a equipe ouvindo opiniões, recebendo sugestões e decidir em conjunto o melhor caminho para que a empresa e todos seus colaboradores continuem ganhando. É importante transformar os laços existentes entre as pessoas e empresas em uma ponte para que as mudanças ocorram. É exatamente dos conflitos que nascem grandes oportunidades de crescimento mútuo. O próprio líder pode reconhecer a existência de novos caminhos durante este processo.

Uma administração de conflitos assertiva sempre está na busca de soluções e não de culpados. Para ter sucesso na condução de uma equipe o líder precisa ter: clareza na conduta, domínio da natureza humana, habilidade de comunicação, domínio de técnicas de gestão e finalmente responsabilidade pela educação e desenvolvimento dos seus colaboradores.

Para isso o líder deve utilizar do conceito do SER: Sensibilizar, Educar e Realizar. Esse conceito deve ser praticado o tempo todo pelo líder, enquanto estiver no comando de uma equipe de trabalho.

O líder eficiente enxerga no conflito sua verdadeira essência, que são as oportunidades de mudanças e saber direcionar essa energia sempre para o melhor.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

LÍDER FORMAL E INFORMAL


De acordo com Montana e Charnov (1998, p. 221) um líder formal “[...] é alguém que foi oficialmente investido de autoridade e poder organizacional e geralmente recebe o titulo de gerente, diretor ou supervisor, e a quantidade de poder é determinada pela posição ocupada”. Existe nomeação para o líder formal. Apesar dos integrantes da empresa estarem conscientes de que devem seguir as orientações do gerente ou diretor, nem sempre os responsáveis têm a habilidade de conduzir os colaboradores a atingir os objetivos propostos. Nesse momento é que pode atuar o líder informal, que não tem o mesmo título de liderança oficial, mas tem o dom e a capacidade de influenciar seus companheiros.

Como o próprio nome indica, o líder informal não exerce liderança normativa, legal e nem sempre possui cargos importantes. É uma pessoa comum, porém, com extraordinário brilho pessoal, fruto de traços de inteligência, de comportamento ético, de domínio técnico a respeito de temas específicos e de ótimo relacionamento interpessoal. Impõe-se com naturalidade e conquista o respeito e admiração dos companheiros, pelo simples fato de ser uma pessoa completamente natural e autêntica. Portanto, suas ações ou decisões são previamente analisadas, com o intuito de evitar futuras preocupações.

Liderança e motivação

Na visão de Chiavenato (1992, p. 165), a motivação pode ser conceituada como o “[...] esforço e tenacidade exercidos pela pessoa para fazer algo ou alcançar algo, é um dos inúmeros fatores que contribuem para o bom desempenho do trabalho, e que a motivação é a mais facilmente influenciável do que as demais características das pessoas”.

Observando a motivação como o estímulo que um indivíduo recebe a fim de realizar alguma atividade, e a liderança como a capacidade de influenciar, destaca-se a relação entre os termos, na qual o líder provoca estímulos que geram motivação nas pessoas.

Para Bergamini (1994, p. 57) “[...] quanto mais se aprofunda o estudo da liderança e da motivação humana relacionada com o trabalho, mais se percebe que esses dois temas se cruzam com frequência cada vez maior. Já se está chegando a um momento no qual falar de um assunto implica necessariamente abordar também o outro”.

O gerente, o chefe ou a pessoa responsável por exercer a liderança têm a responsabilidade de influenciar e motivar seus subordinados continuamente. Porém, isso não é uma tarefa fácil, pois cada indivíduo possui suas aspirações e desejos, e algumas vezes seus objetivos conflitam-se com os objetivos das organizações.

Maslow (1954) montou uma pirâmide que pode ajudar os líderes na tentativa de influência dos indivíduos, em que a base de sua pirâmide estão as necessidades menos significativas e no topo estão as mais sofisticadas.


 O verdadeiro líder tem a função motivadora, que deve estar ligada às crescentes recompensas pessoais dos subordinados, fazendo com que o caminho para essas recompensas se torne mais fácil de ser percorrido, reduzindo os bloqueios e as armadilhas durante todo o percurso. Não deve focar os benefícios somente para o grupo, deve também proporcionar a satisfação individual.

Uma vez motivados, haverá, por parte dos membros da equipe, uma tendência natural em devolver ao líder seu reconhecimento e aceitação como forma de lhe conferir a autoridade da qual necessita para desempenhar seu papel de dirigir pessoas.

Assim, a liderança é uma postura que pode ser aprendida e desenvolvida, pois Chiavenato (1992, pg. 160) diz que “ [...] a habilidade de liderança não é nata. Nem privativa de alguns poucos superdotados. Ela tem de ser aprendida e incorporada ao comportamento do gerente para fazer parte do seu cotidiano de trabalho”. Percebe-se contudo que, com muito exercício e prática de treinamentos essa habilidade poderá trazer maior confiança quando necessária.

Drucker (2006, p.45) diz que para um líder ser completo ele precisa ter oito atitudes. Primeiramente, deve perguntar sobre as providências a serem necessariamente tomadas, buscar as coisas certas para a empresa; ter um plano de ação claro; não fugir das responsabilidades; ser um bom comunicador; ter foco em oportunidades, não em problemas, transformar as reuniões em acontecimentos produtivos; usar o pronome pessoal “nós” e evitar
o “eu”.

A liderança eficiente requer consciência das ações e fatos ocorridos no grupo, bem como a visão e a resolução apropriada para cada situação. Por essa razão, não existem exercícios ou fórmulas que garantam uma liderança bem-sucedida. Porém, vale ressaltar que atitudes coerentes e bem pensadas aumentam a probabilidade de um líder alcançar a eficiência.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

LIDERANÇA: 15 DICAS PARA CONQUISTAR A CONFIANÇA DA SUA EQUIPE


Se antes o papel das chefias era restrito apenas a delegar ordens, a situação mudou completamente. Hoje as empresas esperam muito mais dos seus líderes, pois eles podem ser agentes multiplicadores da cultura organizacional. Além disso, são capazes de serem os principais agentes responsáveis pela motivação dos profissionais. Contudo, antes de estimular as equipes é necessário conquistar a confiança das pessoas. Confira abaixo 15 dicas, para que seus liderados confiem em você.

1 - Um líder deve manter-se próximo à sua equipe. Nesse caso, o distanciamento refere-se ao fato de que a liderança precisa participar do dia-a-dia das pessoas que convive. Não custa, por exemplo, ter uma listagem das datas de aniversários e parabenizar verbalmente, com um aperto de mão.

2 - Mostre transparência nas suas ações. Quando for necessário adotar uma mudança que envolva todos os membros da equipe, faça uma reunião e comunique a informação pessoalmente. Não deixe que os seus subordinados saibam das "novidades" através de terceiros.

3 - Nas reuniões, além de comunicar informações, abra espaço para que as pessoas tirem dúvidas, apresentem sugestões quando for o caso.

4 - Quando apresentar uma proposta à sua equipe, seja assertivo. Simplesmente não jogue uma decisão que foi tomada como sendo a "verdade única". Apresente argumentos que convençam sua equipe que a atitude adotada trará resultados positivos a todos. Lembre-se que uma equipe só atinge metas, quando acredita que é possível alcançá-las, mesmo que sejam difíceis.

5 - Além de saber expressar suas ideias e apresentá-las, o líder precisa exercitar a prática não apenas de ouvir, mas de escutar. Ou seja, prestar atenção ao que as pessoas falam.

6 - Muitas pessoas possuem um grande potencial, mas quando precisam falar em público se prendem e não realizam uma boa comunicação. Para o líder conquistar a confiança da equipe é fundamental que ele consiga se expressar de maneira correta, sem mostrar tensão. Muitas vezes, durante uma reunião é comum que o gestor mostre tensão ao falar para uma equipe de 20 pessoas, por exemplo. E quando isso ocorre, o gestor talvez transmita insegurança naquilo que ele próprio deseja repassar aos liderados.

7 - Caso um colaborador solicite uma conversa individual, não se negue a ceder alguns minutos do seu expediente. O membro da sua equipe pode levar um assunto que interfira tanto no desempenho dele ou dos demais colegas de trabalho.



8 - Feedback é uma ferramenta essencial a quem deseja ser líder. Nunca deixe a sua equipe sem retorno em relação a alguma solicitação apresentada individualmente ou coletivamente.

9 - O feedback também é uma ferramenta importante para que você identifique quais seus pontos fortes e aqueles que precisam ser trabalhados. Esteja preparado a ouvir opiniões sobre seu próprio desempenho.

10 - Se sua equipe ou um funcionário está dando sinais de uma performance abaixo do esperado pela organização, não deixe que o problema ganhe grandes proporções. Converse individualmente com cada colaborador. Em seguida, trace um plano de ação e compartilhe com sua equipe.

11 - Para que uma equipe tenha um bom desempenho, atinja e supere metas é necessário que o líder tenha consciência de que cada funcionário possui suas limitações individuais. Dessa forma, a proximidade com da liderança com o colaborador pode gerar uma situação propícia ao cumprimento dos objetivos organizacionais.

12 - Muitas vezes, um líder "peca" quando acredita que não comete erros. Por isso, preste atenção às reações dos seus subordinados em relação ao seu comportamento, à sua forma de gerir a equipe.

13 - Desenvolvimento. Não é porque você possui um cargo de liderança que precisa ficar na zona de conforto, pelo contrário. Vá à busca do conhecimento, do autodesenvolvimento. Você só tem a ganhar e sua equipe também.

14 - As mudanças são uma constante no meio corporativo e essas, por sua vez, geralmente exigem que o profissional desenvolva tanto competências técnicas quanto comportamentais. Se for o caso de rever certos conceitos pessoais que interfiram na sua relação com os membros da equipe, trabalhe os seus pontos fracos.

15 - Por fim, nunca esqueça de que sua equipe é formada por pessoas que possuem sentimentos e que você está no comando do leme. Isso significa que à sua espera existem seres humanos iguais a você, com sentimentos, dúvidas, sonhos e necessidades individuais.



quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O LÍDER MOTIVA OS COLABORADORES?


Toda organização tem a sua história, sua cultura, missão e valores.
Com a crescente competitividade interna e externa, as organizações promovem ações que as coloquem em um patamar cada vez mais diferenciado, cobrando dos seus colaboradores e líderes uma comunicação mais eficaz.
Na maioria das vezes as empresas colocam como líderes aqueles que tiveram boa formação escolar, mas se não souberem gerir pessoas e comunicar-se com elas, é quase impossível tornar-se um profissional de excelência. Para que esses profissionais agreguem valor, eles precisam atuar junto à equipe, com capacidade de influenciá-la e levá-la a obter resultados positivos alinhados com a organização.
Nesse sentido, isso só será uma realidade se a liderança souber se comunicar, pois sem essa competência é provável que as metas traçadas não saiam do planejamento. A capacidade de comunicação deve ser essencial ao líder para que eles consigam o engajamento e comprometimento dos colaboradores na estratégia de aproximação com a empresa.
Para que consigam motivar a sua equipe é preciso que os líderes reconheçam as funções de cada colaborador. E mais do que isso, traduzindo significa demonstrar agradecimento pelo trabalho feito, como por exemplo, uma matéria na revista interna. É nesse contexto que a comunicação interna entra e faz a sua parte!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

COMUNICAÇÃO ENTRE O LÍDER E SEUS LIDERADOS


A comunicação deve ser gerenciada e profissionalizada nas empresas, pois ela é o sistema central da organização.
Atualmente, pode-se dizer que a comunicação é ou deveria ser o processo mais importante dentro de uma organização, pois é por meio da boa ou má comunicação que começam a aparecer ou desaparecer problemas decorrentes neste processo organizacional.
A comunicação deve fluir do líder de forma clara e significativa, é importante lembrar que, existem várias formas de se comunicar determinado fato e o importante é estar atento para com a equipe e observar qual a melhor maneira de se colocar um determinado assunto.
Normalmente, acha-se que só se deve reunir, ou melhor, comunicar em épocas de crises ou em situações difíceis, porém a comunicação vai muito além disso. Pois para que haja um melhor entendimento entre os lideres e liderados é necessário que ambos conheçam a empresa onde trabalham, qual a sua missão, os seus objetivos, suas influencias, o valor de sua marca, para que usem a mesma linguagem.
Não existe uma fórmula para uma comunicação eficiente, a única coisa que se espera de lideres e liderados é que exista uma comunicação franca e honesta e que direcionem esta comunicação.
Liderar é gerar mudança, é saber falar e ouvir seus liderados e sendo assim, conclui-se que a comunicação é um facilitador no processo de liderança.

domingo, 11 de dezembro de 2011

CHEFE X LÍDER


      As mudanças que ocorrem nas empresas ao decorrer dos anos está ligada a compreensão das alterações no comportamento humano.
         Saber liderar é umas das incógnitas cobradas dos próprios líderes nas empresas. As práticas do dia a dia vêm demonstrando a importância da presença do líder para coordenar e observar os esforços da organização e tudo que os envolve.
            Para que isso aconteça, é necessário haver muita motivação e comunicação com todos os colaboradores, pois assim, entenderão melhor os objetivos da organização e possuem motivação suficiente para chegar a um bom resultado final. Contudo, fica evidente que o papel do líder está sendo efetuado com êxito.
          Cada liderança é exercida de uma maneira, tipos e estilos diferentes, porém, direcionam seus esforços para um mesmo objetivo, o que diferencia bem um chefe de um líder. Nem todo chefe é líder, a diferença é clara no sentido que a tarefa de um chefe é fazer com que haja produção em um grupo, e liderar é influenciar de maneira positiva esse grupo para que consigam executar objetivos comuns a todos.
        Devido a isso, os colaboradores esperam de seus líderes, atitudes como motivação, liberdade de expressão, responsabilidade, flexibilidade, compreensão, estímulo da criatividade e trabalho em equipe, comunicação clara e objetiva e feedback positivo para que assim sejam orientados a aprender, melhorar e corrigir erros.  


Abaixo veremos a diferença de CHEFES e LÍDERES.


             O primeiro é o chefe "Corda no pescoço", que está sempre nervoso e colocando a sua equipe, ou melhor, os subalternos para trabalhar a todo custo e sem reconhecimento. Afinal, esse tipo de profissional está preocupado só com ele mesmo e com o seu salário no final do mês. Não existe um relacionamento entre esse profissional e sua equipe. O diálogo é praticamente inexistente e o que geralmente vemos são expressões como: "se não produzir, já sabe", "não me responsabilizo por vocês", "estamos em uma crise mundial e vocês não estão nem aí", entre outros. Este chefe "corda no pescoço" está sempre procurando uma pobre alma para dar de exemplo e mostrar para os demais, as consequências de não trabalhar do modo que ele deseja.


             Outro chefe é o "Cadeira de balanço". Seu discurso é sempre o mesmo: "antigamente era bem melhor, hoje está tudo mais difícil", "antigamente tínhamos mais liberdade e autonomia, mas hoje não posso nem comentar, se não sou demitido". Este chefe não motiva sua equipe e fica o tempo todo comparando com o passado. Vivemos em um mundo em constante mudança e este chefe não faz nada para melhorar e também não deixa ninguém fazer.


             Há outro ainda que é o "Cadeira de praia", que gosta de mordomia, pois deseja que sua equipe faça tudo para ele. Para esse chefe tudo está bem, o negocio é ir "tocando o barco". Frases do tipo: "mês que vem nós verificamos isso...", ou, "não mexe nisso não..", são típicas desse chefe. Sua visão é que se ninguém está vendo, o melhor é deixar como está.


            O verdadeiro líder é o "Maestro", que tem uma equipe unida o tempo todo. Ele sabe exatamente a função de cada um e o resultado que vai atingir ao liberar essa equipe. Quando um colaborador não está fazendo bem a sua função, procura ajudá-lo e orientá-lo, sempre com o objetivo principal a sua equipe. Notadamente este líder é reconhecido por sua equipe como uma pessoa justa, equilibrada e dedicada.


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

LIDERANÇA: O que leva uma equipe ao fracasso?



     Ter uma equipe altamente eficaz é mais do que ter um grupo de pessoas, visto que o trabalho em equipe precisa ser planejado, elaborado. Já o insucesso de determinadas equipes acontece por uma série de fatores, dentre os quais podemos destacar: 

2. Responsabilidades mal definidas; 
3. Falta de habilidades e conhecimento; 
4. Ausência de treinamento; 
5. Estilo de liderança e comportamentos; 
6. Reuniões sem eficácia; 
7. Ausência de reconhecimento; 
8. Inibição ou individualismo. 




2. Criticas à liderança e equipe; 
3. Dominação; 
4. Isolamento e desinteresse; 
5. Conversas paralelas; 
6. Falta de concentração; 
7. Metas não cumpridas. 




O problema não está na equipe, mas sim no líder. 





2. Influencia positivamente; 
3. Define metas capazes de serem alcançadas; 
4. Esclarece funções e responsabilidades; 
5. Promove a integração da equipe; 
6. Contribui e apóia o desenvolvimento pessoal; 
7. Adapta seu estilo de acordo com a pessoa e a tarefa. 



      O bom líder de equipe, no contexto de Gestão de Pessoas é mais do que administrador de pessoas e de recursos humanos. Ele precisa considerar seus funcionários como parceiros do negócio e gerar neles adesão aos objetivos, política e missão da organização. Para tanto o líder deve se identificar com a visão da empresa e gostar do que faz, pois assim passará confiança às outras pessoas. Ele age de modo que seus parceiros gostem do que fazem e sigam os rumos da empresa, garantindo que todos ganhem com isso. 

1. Identifica-se com a visão e missão da empresa; 

Um bom líder de equipe tem os seguintes comportamentos: 

    Agora que já sabemos as características de uma equipe eficaz e quais os fatores de insucesso, vamos saber o que é necessário para ser um bom líder de equipe. 

1. Atrasos, faltas e saídas; 

     Esses fatores, além de tornar nossa equipe menos eficaz, ocasionam alguns sintomas perceptíveis, tais como: 

1. Metas e objetivos mal definidos; 

domingo, 4 de dezembro de 2011

Responsável por organizar a festa de final de ano da empresa?


Se você foi escalado para realizar este evento, não se esqueça que o objetivo principal é a integração dos colegas.


               Tradicionalmente, as empresas brasileiras preparam festas de final de ano para seus colaboradores e profissionais são escalados para organizar o evento.


               Mas a tarefa de preparar a festa de confraternização requer muita responsabilidade: se for um fracasso, os colegas ficarão desestimulados a participar no próximo ano, mas, se for um sucesso, todos estarão ansiosos por este momento.

        Lembre-se de que o objetivo principal da festa é promover a integração dos colaboradores que trabalharam o ano inteiro no mesmo local, mas têm pouco tempo para conversar. Por isso, o espaço em que será realizada a confraternização é fundamental para estimular conversas.

Dicas

            O planejamento é o ponto principal. A organização da festa deve começar ainda no primeiro semestre do ano, mas, se não for o seu caso, ainda dá tempo. Por isso, mãos à obra!

        Sobre a data, o mais indicado é que seja marcada entre a segunda quinzena de novembro até a segunda quinzena de dezembro, mas nunca marque depois do Natal, já que muitos podem estar viajando. A diretora afirmou que os eventos de domingo até a quinta-feira são 10% mais baratos.

              O ambiente utilizado pode ser na própria empresa ou, se há verba suficiente, pode-se alugar um espaço que supra as necessidades. Não esqueça também de solicitar orçamentos de buffet, decoração, mobiliário, DJ ou uma banda. Tudo depende de quanto você pode gastar.

               A decoração não pode ser exagerada, por isso procure arranjos de flores pequenos e não faça da festa corporativa um evento social. Uma ótima dica é utilizar as cores do logo da empresa em toalhas, guardanapos ou bexigas.

  • Comidas e bebidas 

      A alimentação é sempre comentada em um evento. Por isso, a sugestão é servir pequenas porções de massas, saladas e risotos. Desta maneira, as pessoas não precisarão comer sentadas à mesa e o clima de informalidade será mantido, característica da confraternização.

      O momento da festa é de descontração. Mas muito cuidado ao servir bebidas alcoólicas. A intenção é evitar que alguém se exceda e se torne motivo de comentários ou preocupação. O mais indicado é não servir vários tipos de bebidas alcoólicas. Sucos, água e refrigerantes não podem faltar.